domingo, 19 de outubro de 2014

Uma lista dos 10 melhores filmes gays que você não viu e não pode perder.

1. Scenes from a gay marriage (EUA, 2012)
Um homem gay recém-saído de um relacionamento amoroso se reconforta na generosa amizade estabelecida com um casal vizinho. A dinâmica do casal (também gay) o inspira, mas logo essa boa vibração é substituída pela suspeita de que um deles está traindo o outro. Ele então começa uma divertida, e atrapalhada, investigação.

Dica extra: Para você convidar aquele seu vizinho interessante com quem você está louco para ter algum assunto.

2. Além da fronteira (Israel, Palestina/ EUA, 2012)
Se uma relação homossexual já pode ser foco de atritos no seio familiar, imagine se o alvo da paixão de um estudante palestino for um advogado israelense. Insista no exercício e imagine que um amigo seja sequestrado e assassinado por israelenses. Esse poderoso drama, coprodução entre Israel, Palestina e EUA, investiga como preconceitos e fundamentos culturais se impõem em uma relação amorosa vítima de preconceitos de naturezas extremas. Desenvolver um amor nessas circunstâncias é uma tarefa árdua, corajosamente imaginada pelo filme de Michael Mayer.

Dica extra: Para você convidar aquele seu primo coxinha que acha que você ser gay acaba com todas as possibilidades de vocês voltarem a ser amigos.

3. Plano B (Argentina, 2009)
Depois de ser abandonado pela namorada por outro homem, Bruno resolve interferir na relação do novo casal a todo custo. O que ele não podia prever é que seu plano diabólico daria vazão a um inquietante interesse pelo homem que “roubou” sua namorada. As circunstâncias fazem com que Bruno questione sua sexualidade. Esse pequeno e pouco visto filme alemão introduz a bissexualidade como uma concepção moderna e renovada dos vínculos afetivos e amorosos.

Dica extra: Para assistir com aquele seu amigo enrustido que você tem certeza de que está a fim de você, mas que ainda não conseguiu enxergar isso.

4. Bubble (Israel, 2006)
Surpreendente e cativante filme israelense que aborda a diversidade sexual da juventude israelense em Tel Aviv. A chegada de um jovem palestino altera a rotina e as convicções amorosas de um casal de amigos que divide um apartamento. Ela é hétero, ele, gay.

O filme mostrar uma faceta de Israel que não tem nada de conservadora e opressora e ganha em relevância justamente por isso.

Dica extra: Para convidar aquele seu amigo que foge como o diabo da cruz dos assuntos íntimos e pessoais.

5. Felizes juntos (China/Argentina, 1997)
Um casal de namorados de Hong Kong vai passar férias em Buenos Aires e acaba ficando mais tempo por força de oportunidades de trabalho. Po-Wing trabalha em um bar de tango e Yiu-Fai em um restaurante chinês. O segundo logo arranja um amante e enquanto sua vida, ânimo e trabalho só melhoram, os de Po-Wing sofrem vertiginosa decadência e eles vão se afastando nesta terra estrangeira. O filme de Wong Kar Wai, um dos cineastas mais eloquentes nas coisas do amor, tem um romantismo melancólico na análise que faz do esgotamento repentino da paixão.

Dica extra: Para convidar aquele casal de amigos que segue levando adiante aquele casamento sem graça e sem tesão só por comodidade.

6. Patrick, idade 1,5 (Suécia, 2008)
Esse charmoso filme sueco mostra um casal de gays que crê estar adotando um bebê de um ano e meio, mas uma confusão na papelada prepara a surpresa: o filho adotivo que chega é um rapaz de 15 anos, homofóbico e com histórico de delinquência juvenil. A trama observa o choque inicial com muita sensibilidade. A amizade insuspeita e o amor paterno que emerge de uma relação forjada entre estranhos configuram algumas das belezas de um filme que trata com leveza de um tema essencialmente dramático e conflituoso.

Dica extra: Para convidar aquelas suas amigas que estão loucas para ter um filho, mas estão com pudor de adotar.

7. Sommersturm (Alemanha, 2004)
Dois amigos de longa data têm a relação abalada quando um deles se descobre sexualmente atraído pelo outro. A revelação para ele é dupla, já que ele desconhecia a própria homossexualidade. Esse vigoroso filme alemão aborda a questão da identidade de maneira original e desorientadora, como a vida tende a ser não só na área da sexualidade.

Dica extra: Para você convidar aquele cara de quem você está a fim mas não sabe como iniciar o assunto.

8. Rainhas (Espanha, 2005)
O primeiro casamento gay da Espanha vai acontecer! Imagina o reboliço. Essa deliciosa comédia acompanha a neura dos noivos e das mães dos noivos à medida que a proximidade do evento mexe com todos esses personagens. Ansiedade, vergonha, receio, tesão, apreensão, euforia e tudo aquilo que costuma pontuar os casamentos está aqui potencializado por muita purpurina.

Dica extra: Para você ver com a sua mãe e mostrar para ela que a histeria é uma característica materna em qualquer lugar do mundo. E especialmente na Espanha.

9. In the name of (Polônia, 2013)
Neste potente filme polonês acompanhamos um jovem padre que esconde sua homossexualidade atrás da batina. Enquanto resiste às investidas de uma jovem morena, ele padece por desejar homens. A vida complica quando ele conhece um rapaz que o atrai e torna esse fardo ainda mais pesado. O filme não faz crítica à igreja católica, que esconde muitos padres gays no armário, mas ilumina uma questão pessoal: o uso da batina como subterfúgio para não lidar com os conflitos acerca da homossexualidade.

Dica extra: Para você assistir com aquele amigo enrustido que ainda não entendeu que o armário tem várias portas.



10. XXY (Argentina, 2007)
Com o ator mais produtivo do cinema argentino no elenco, Ricardo Darín, o filme discute a intersexualidade. Devido a uma mutação genética, Alex apresenta características de ambos os sexos. Seus pais (Darin é o pai) resolvem levá-la para o litoral uruguaio, onde estará protegida do preconceito e poderá escolher o sexo que deseja assumir, para então definir o tipo de tratamento hormonal que vai adotar. Porém, ao atingir a adolescência, Alex se torna o alvo do desejo de um menino, e seus pais temem que este interesse possa exercer alguma pressão sobre sua definição.

Dica extra: Para você convidar aquela pessoa que precisa aprender um pouco mais sobre respeito às diferenças e que com amor tudo se resolve.


Via: iGay

MC Biel sem camisa e mostrando a cueca.

Contos - Me comeu na faculdade.

Eu estudava em uma universidade pública do interior de sp e quem já estudou nessas universidades, já sabe da bagunça que é. festa de sobra, mulherada deliciosa e litros e mais litros de birita. este relato aconteceu em uma dessas festas, depois dela, pra ser mais exato. a festa tinha sido boa, eu tinha chegado tarde no alojamento, já tinha bebido várias cervejas e só pensava em dormir. na época meu colega de quarto tinha sido transferido e eu teria o quarto só pra mim por alguns dias. deitei na minha cama e apaguei, nem lembrei de fechar a porta. não sei quanto tempo depois senti algo roçando na minha perna. nem dei bola, devia ser algum bicho, sei lá, com o sono que eu tava não queria nem saber. apaguei de novo. pouco depois acordei mais uma vez, dessa vez sentindo minha calça sendo puxada pra baixo. fiz um esforço e olhei pra trás, mas estava tudo escuro. senti algo roçando na minha bunda, achei que eu devia estar delirando, mas quando fui me mexer senti minha bunda sendo aberta e algo úmido e suave tocando direto no meu cuzinho. tomei um susto e fiquei sem reação, não sabia se aquilo estava acontecendo mesmo ou se eu estava viajando por causa da bebida. quando pensei em fazer algo senti que aquilo começou a se mexer e meu cuzinho instintivamente começou a piscar. percebi que eu estava recebendo um banho de língua direto no cuzinho. pior, meu cuzinho pelo visto me traiu e estava gostando. juntei forças e virei o rosto novamente pra dizer algo, mas uma investida mais forte me deu um tesão delicioso no cuzinho e instintivamente suspirei e empinei a minha bunda. ele percebeu a minha situação, senti minha bundinha sendo aberta com mais força e sua língua entrando cada vez mais no meu cuzinho. tesão. então era isso que minhas namoradas sentiam? estava gostoso demais. eu nem pensava direito, mas agora, ao lembrar delas, é que pensei em porque lambia o rabinho delas… pra poder comer o cuzinho. daí caiu a ficha. eu estava com a bunda empinada, tendo o cuzinho magistralmente lambido por alguem que queria me comer. eu tinha que parar com aquilo, não era viado, mas estava tão bom… meu cuzinho piscava tanto e ele lambia tão bem… eu tinha que parar, mas… ahhhh… que delícia. daqui a pouco eu paro… deixa ele lamber mais um pouquinho… essa deliciosa tortura durou por mais alguns minutos, até que ele parou, deixando meu cuzinho piscando de saudades. não demorou e senti algo duro encostando no meu cuzinho e alguem deitando por cima de mim. eu tinha que sair de lá de qualquer jeito, mas aquela rola pressionando meu cuzinho me deu um tesão nunca sentido antes. eu estava totalmente seduzido, minha masculinidade havia sido vencida. empinei a bundinha instintivamente e ele logicamente percebeu isso como um sinal verde e começou a forçar. sua rola deslizou facilmente pelo meu cuzinho não mais virgem. com certeza estava lubrificada, ele já estava com tudo preparado pra me enrabar. ao entrar inteiro no meu cuzinho, relaxou o corpo, deu uma lambida nas minhas costas e me disse “pronto viadinho, tirei o seu cabacinho… tá gostando?” morri de vergonha e não consegui dizer nada, só conseguia gemer baixinho de prazer. nunca imaginei que fosse tão gostoso ter uma rola cravada no rabo. ele começou a entrar e sair e eu vi estrelas. um prazer incomparável atingiu o fundo do meu cuzinho, aumentando à medida em que era arrombado. ele dizia “rebola, putinha” e eu obedecia rebolando e empinando ainda mais a bundinha pra sentir a rola entrando mais gostoso. não sei se era o álcool ou algum desejo escondido, mas o fato é que meu cuzinho estava me proporcionando um prazer que nem imaginava poder existir. sem tirar de dentro ele foi me puxando pelas ancas até me deixar de quatro, com o cuzinho totalmente exposto. nesta posição me senti totalmente submisso, entregue, vítima do enorme prazer com que sua rola me brindava. ele me comia com vontade, estava adorando inaugurar o meu cuzinho, me chamava de viadinho delicioso, dizia que eu nunca esqueceria a rola que libertou o viadinho que existia dentro de mim. e era verdade, naquele momento eu era um verdadeiro viadinho, eu estava com uma rola cravada no cu, gemendo de prazer, rebolando sem parar e torcendo para que aquilo não acabasse nunca. se alguem me visse agora eu estaria fodido (literalmente), a faculdade inteira iria me sacanear. olhei para a porta ao lado e fiquei aliviado ao perceber que ele havia trancado ao entrar. ufa. ele forçou minha cabeça pra frente, não queria que eu olhasse pra ele. pensei em dizer algo, mas ele passou a me comer com violência, arrebentando o que restava do meu cuzinho, me deixando com ainda mais tesão. eu não iria contrariá-lo, naquela noite eu era dele e não faria nada que pudesse fazê-lo parar de me comer tão gostoso. ele me fodia cada vez mais rápido, senti seu pau ficando ainda mais cabeçudo e percebi o que estava para acontecer. o pensamento daquele pau delicioso enchendo o meu cuzinho de porra foi a gota dágua. gozei como nunca havia gozado antes. gozei pelo cu, sem nem tocar no pau. gozei muito, saiu muita porra do meu pau. ele sentiu que eu havia gozado e delirou com meu cuzinho apertando com força o pau dele. ele tambem não aguentou e gozou bem no fundo do meu cuzinho, concretizando de vez a minha inauguração. amoleci e caí de cara na cama. juntei minhas últimas forças para ver quem tinha me proporcionado tanto prazer, mas ele mais uma vez forçou a minha cabeça pra frente. disse que se eu quisesse descobrir quem ele era, eu teria de deixar a porta destrancada no dia seguinte, no mesmo horário, e esperá-lo na mesma posição. eu não aguentava mais e apaguei totalmente. acordei no dia seguinte sentindo um pouco de dor no cu, o que me confirmava que aquilo não tinha sido um sonho. lembrei da proposta dele, o cara queria me comer de novo do mesmo jeito, e só assim eu saberia quem foi. logo lembrei da sensação da língua dele no meu cuzinho e minha decisão já estava tomada. à noite fiquei sem beber nada, deixei a porta destrancada, fiquei deitado de bruços esperando ansiosamente.

Via: Tumblr